Abr, 23 (9/29) – Bateaux-mouches, Champs Élysées, Arc de triomphe (agora do alto)

264av. Champs Elysées vista a partir da Arc de triomphe

Sempre ouvi falar dos Bateaux-Mouches, hoje vou dar um jeito de conhecê-los.

Antes, nada como uma aula de francês. Ou festa na aula, a professora havia avisado que aniversário dela. Todos compraram bolos, sucos e macarons, só que … não era aniversário. Foi só brincadeira! Vai entender estes franceses.

Mesmo assim, da metade da aula para frente, tivemos mais é que consumir o que foi comprado. Resultado: festa!

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Nestas fotos há alunos da Índia, Iugoslávia, Grécia e até da Rússia! Cette fille à droite est Divya Raghavan, elle m’a ajouté sur FacebookColoquei esta frase em francês porque acho que ela vai ler.  É, estou ficando internacional.

Fim da festa, eu ainda tinha a tarde e a noite livre. Vamos aos Bateaux-Mouches.

No caminho, uma passada em frente à Assembleia Nacional.

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Peguei uma turma especial no Bateau-Mouche, algo como 99,99% de japoneses. Olha só, eles já estavam entrando no barco e eu ainda nem havia comprado o bilhete.

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De uma certa forma, este passeio é um pouco parecido com o de ontem, quando andei à pé na margem esquerda do Sena. Claro, hoje devo ver muito mais coisas e de um ângulo diferente.

O barco começa a andar. Olhando para trás, a Torre Eiffel; para frente a pont Alexandre III.

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Aqui já dá para sentir a grande diferença de ângulo, estou vendo a ponte por baixo (rs).

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E os detalhes de forma mais … detalhada. Ou próxima!

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Chegando agora na pont de la Concorde.

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Mais exatamente, embaixo dela (rs).

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Vamos andando!

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A viagem continua sob a passarelle de Solférino.

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Uma olhada no Musée d’Orsay a partir do Sena

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…passando embaixo da pont Royal

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… pont du Carrousel, com o Louvre no fundo …

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… e depois ao lado.

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Os japoneses no barco deliram, fotografam tudo e mais um pouco. Eu também :-).

Há muito o que ver nas margens esquerda…

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… e direita.

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Passagem em detalhes pela pont des Arts.

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Neste ponto o Sena bifurca, formando duas ilhas bem conhecidas: ile de la Cité ile de St-Louis. A ile de la Cité é a maior, mais à esquerda no mapa abaixo e é onde está a Notre-Dame.

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Para quem está acompanhando o blog, no dia 21/abril vimos uma terceira ilha, a ile des Cygnes, aquela em que estive logo depois de visitar a Maison de la Radio.

Estamos passando em um dos lados da ile de la Cité, embaixo da pont Neuf.

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O passeio agora é em volta da ile de la Cité.

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É foto o tempo todo!

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Vale um destaque especial para a Notre-Dame vista a partir do Sena nestas fotos a seguir.

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Como contornamos a ile de la Cité, o Bateau-mouche está voltando.

As fotos abaixo mostram o lugar em que estive há alguns dias para um queijo e vinho às margens do Sena.

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O pessoal se diverte no barco :-).

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Vamos continuar navegando, olhando tranquilamente a paisagem.

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Nesta altura, estava me sentindo meio perdido. O Bateau-mouche até tem um serviço de som, mas na parte inferior e coberta. Eu preferi – e quase todo mundo também – a parte superior, em que a vista é muito melhor.

Mas o som chega muito baixo, então entrei no Google Maps para saber em que lugar estava agora.

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Ah, aí na frente é o Théâtre de la Ville.

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Mais uma vez, estamos chegando à pont des Arts, agora do outro lado.

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Sem palavras! Vamos em frente!

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É tudo muito bonito, não dá para piscar nem minuto. Quer dizer, nem todos pensam assim:

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O rapaz da foto aí acima está pensando na vida (rs).

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Olha aí, tem até uma pessoa cuidando de cachorros, um monte deles! Tem também cisnes! (Este é o momento “mundo animal” do blog)

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Vamos andando, a Torre Eiffel se aproxima.

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Torre Eiffel ficou para trás e estamos vendo agora a pont de Bir-Hakeim

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 e em seguida a ile des Cygnes.

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Ter estado nesta ilha outro foi um passeio que me surpreendeu muito, eu não fazia a mínima ideia de sua existência. Gostei muito também do trecho em terra dentro do Sena que leva até a pont de Bir-Hakeim e que que estou revendo agora no Bateau-Mouche.

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Estas duas fotos acima foram tiradas já no retorno do barco ao cais. Ainda dá tempo para mais algumas fotos do outro lado da pont de Bir-Hakeim e …

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… uma selfie (rs).

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Fiquei muito sério na foto, mas tudo bem!

Depois deste banho de paisagens, o que fazer ao sair do Bateau-Mouche? Ainda bem que existe o TripAdvisor, que sugere um jardim muito bonito, bem cuidado e ao mesmo tempo pouco conhecido: o Jardin de la Nouvelle France.

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Lindo e inesperado. O jardim fica ao lado do Grand Palais.

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Então, vamos aproveitar o ver um pouco o Grand Palais.

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Do outro lado da rua, há um palácio menor (só rindo mesmo para a palavra “menor”), é o Petit Palais.

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Ainda andando em volta do Grand Palais, uma entrada lateral e uma fila para uma das muitas – muitas mesmas – exposições aqui em Paris.

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Há uma exposição de livros raros que começa neste final de semana, devo então voltar aqui. Não pelos livros, mas pelo palácio.

Li em algum lugar que a Champs Elysées é a avenida mais larga do mundo. Já vi o começo da avenida outro dia, foi quando estive na place de la Concorde. Já que estou por aqui, vou passear com mais calma por ela.

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A largura da avenida de fato impressiona, pena que não é o suficiente para resolver o congestionamento. A foto acima comprova.

Para ter ideia exata de onde estou, consulto o TripAdvisor.

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Champs Elysées tem uma parte ladeada por áreas verdes e outro apenas por edifícios. Estou exatamente no ponto em que acontece esta transição.

A primeira quadra já impressiona também pela largura das calçadas

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Este portão diferente desperta a curiosidade de todo mundo que passa em frente.

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Procurei no TripAdvisor, é uma espécie de loja com cara de discoteca, Abercrombie et Fitch.

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Não estou exatamente interessado na loja (rs), mas o local parece merecer uma visita.

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A entrada da loja é impressionantemente bonita! O interior da loja também, só que é bastante escura, as fotos não mostram exatamente a beleza do local.

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Valeu a visita! Vamos voltar a caminhar na Champs Elysées.

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Este trecho do blog é especial para a Isadora, minha quase sobrinha. Ela é namorada de meu sobrinho Danilo e pediu para eu procurar uma camisa do Paris Saint-Germain. Pois então, achei a loja oficial do time.

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Entrei, achei a camisa, olhei a etiqueta e confirmei com o vendedor.

– Esta camiseta custa 11 euros?

O cara ficou me olhando com uma cara de bobo e espanto.

– Como assim, 11 euros, monsieur. É 110 euros!

Um “0” da etiqueta estava meio apagado! Que furo o meu, hein?!?

Isadora, quando  sugeriu que eu procurasse a camiseta e falasse o preço para você, minha ideia era fazer uma surpresa. Eu queria mesmo é comprar e dar de presente. Seria uma forma de eu também comemorar sua entrada na família. Mas, embora você MEREÇA – e MUITO – é abuso demais de um clube cobrar 110 euros por uma camisa, não é? São quase 378 reais no câmbio de hoje mais o IOF! Você quer mesmo esta camisa? 

Ainda assustado com o preço da camiseta, voltei a caminhar.

O que mais há em Paris é café, boulangerie e patisseria. Inclusive – e principalmente – nas calçadas.

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Pouco depois dei de cara com o show-room da Renault.

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Um legítimo carro da Fórmula 1.

Hoje é o dia de lembrar das pessoas. Minha amiga Cecília Bombicino já esteve por aqui e visitou a Ladurée, ela é louca por macarons. Entrei para ver como é a loja.

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Cheia de estilo, a loja. Mas não comprei macarons, não sou tão fã assim. Além disso, a fila estava grande.

Fui para o outro lado da avenida, o showroom da Mercedes-Benz merecia uma visita. Afinal, dou aula para a empresa no Brasil, faço questão de visitá-la em Paris (rs).

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Embora seja uma avenida realmente muito larga, a sensação de muita gente é constante. Até porque há mesmo muita gente.

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Mesmo assim, dá para prestar atenção em algumas coisas diferentes.

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Santos Dumont morou aqui. A placa comemora, diz que ele é brasileiro e que foi em frente a este imóvel em que aterrissou seu dirigível número 9 no ano de 1903. Enquanto eu fotografava, um grupo passou perto e uma das pessoas deu um grito:

– Ah, olha aqui, esta eu preciso fotografar!

Eu olhei para trás e disse:

– Só mesmo brasileiro que para para fotografar esta placa comemorativa!

Eles não esperavam por esta reação, eles não esperavam que eu também fosse brasileiro. Rimos todos!

Deu fome, entrei em um restaurante fácil, que não preciso ter muito trabalho para escolher e pedir um prato: o McDonald’s.  Foi bom para ver uma novidade, meu pedido vai aparecendo em um monitor em frente ao caixa. Prático, não?

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Voltei a caminhar, já estava chegando perto do Arco do Triunfo.

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Achei estranho, havia gente no alto do arco. Ué, eu não sabia que era possível subir lá. É por isso que cobram ingresso. Falei em outro post que eu não iria pagar um ingresso só para ver EMBAIXO do arco, mas subir é outra coisa. Fui lá, paguei e entrei!

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Embora meu objetivo não fosse ver o térreo do arco, já fiquei contente com a vista. Mas vamos subir! E pela escada, nada do conforto de um elevador como na Torre Eiffel.

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Lá em cima há vários bustos, estátuas e homenagens a soldados que lutaram pela França. Afinal, o objetivo do Arco do Triunfo era enaltecer as vitórias de Napoleão e seus comandados. Hoje o Arco do Triunfo é um símbolo de patriotismo e motivo de orgulho aos franceses.

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Lá no térreo, antes de subir, vi que havia uma espécie de lápide. Provavelmente é uma homenagem e minha ideia era vê-la depois. Qual não foi minha surpresa ao vê aqui em cima a tal lápide? Bem, não é exatamente a lápide, mas uma transmissão em circuito fechado de TV. Dá a sensação de que estamos realmente olhando lá embaixo.

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Agora vem o melhor desta subida ao Arco do Triunfo, a vista! Na verdade, há tanto para ver, e esta foi a MELHOR VISTA que tive da cidade agora, que demorei um tempão para decidir o que e como fotografar.

Decidi então fotografar por partes, começando com uma foto a partir da Torre Eiffel. Estas são as av. d’Iéna av. Marceau. Aí fotografei um pouco mais de perto os pontos mais altos de um lado e de outro.

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Girando um pouco mais à minha esquerda, sentido anti-horário (blog de engenheiro e professor de informática é meio metido a técnico, não é?), a av. Champs Elysées com zoom de um lado e do outro.

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Em seguida, av. de Friedland av. Hucho e zooms.

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Agora av. de Wagram e av. Mac-Mahon.

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Um pouco mais à esquerda, av. Carnon av. de la Grande Armée. O zoom é só de um lado, porque vou mostrar a av. de la Grande Armée separada, já que ela é o outro lado da Champs Elysées.

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Então, av. de la Grande Armée, sem zoom e com zoom.

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La Defense é o maior centro financeiro da cidade de Paris e por isso coloquei duas fotos aqui. Pretendo ir até lá um dia destes.

Para que o blog não fique detalhado demais – acho que agora é tarde, já ficou – coloco de uma só vez as fotos das avenidas restantes, até chegar novamente na Torre Eiffel, agora pelo outro lado: av. Fochav. Victor Hugo av. Kléber.

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Bom, já que está técnico, vou fazer ficar mais ainda. Talvez um esquema do Google Maps ajude a localizar melhor estas avenidas todas.

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Para manter a tradição, só falta terminar o post acrescentando ao mapa os pontos visitados no dia.

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3 pensou em “Abr, 23 (9/29) – Bateaux-mouches, Champs Élysées, Arc de triomphe (agora do alto)

  1. MARAVILHOSO TUDO!!!!
    Até o homem sentado pensando na vida!!!!!!!
    A cor do céu é um outro capítulo!!!!!
    Viagem dos sonhos!!!
    Beijos

    1. Elisa, como é que alguém pode cochilar com todos estes lugares bonitos para ver? Ainda bem que a turma que foi com aquele homem cochilando foi provocá-lo e acordá-lo. Felizmente ele acordou de bom humor!

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