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Mai, 13 (29/29) – Orly (Paris), Heathrow (Londres), Picaddily Circus, Carnaby Street, Five Guys, London Eye e Big Ben

Hoje é o último dia aqui em Paris, quase nem conto como um dia de viagem na cidade. Até porque o único ponto que verei hoje é o Aeroporto de Orly.

Felizmente estou em um ponto da cidade que o transporte é muito, muito simples: um metrô e uma espécie de trem especial. Estou agora neste trem, tranquilo e confortável!

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Como em Londres não terei internet, aproveito para conferir aqui o metrô que pegarei de Heathrow até Trafalgar Square.

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Nossa, que sensação boa. Não faz nem um ano que estive lá e lembro de todo este caminho. É, a memória está boa!

De fato, sei lá, parece que estou com uma sensação do tipo “estou voltando para casa”. Eu, hein?!? Que estranho! E que bom! Já começo a me sentir assim logo na subida da escada rolante do metrô.

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A sensação aumenta MUITO MAIS, o coração fica extremamente alegre, quando vejo a movimentação na Piccadily Circus.

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Tenho duas explicações para a sensação de voltar para casa. Primeiro, ver pessoas falando em inglês parece ser mais familiar do que em francês. Talvez seja porque no Brasil temos muito mais contato com o inglês. A segunda explicação está na agitação, Londres parece um pouco mais com São Paulo, eu acho!

Quando começo a andar…

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… vejo um mapa em um banca de jornais e fotografo. Acho que assim conseguirei me localizar melhor, já que estou sem internet.

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Agora sim, estou pronto! Vamos lá!

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Tudo está indo muito bem, estou conseguindo me localizar sem o GPS do celular. Fiquei bem acostumado a esta facilidade, tenho que me esforçar um pouco agora.

Não sei exatamente qual o motivo, mas resolvo abrir o London City Walks e estou tendo uma agradável surpresa: o GPS funciona no app, mesmo que sem internet. Olha a bolinha azul aí na tela, sou eu :-).

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Que ótimo! Agora tudo ficará ainda mais fácil. Vamos então continuar!

Olha só a coincidência, Paris veio junto. Estou em frente a uma igreja, Notre Dame de France.

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Estou agora em frente a uma praça, ela é bem familiar!

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London City Walks tira a dúvida.

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Estou na Leicester Square. Eu havia visitado esta praça quando estive aqui, mas cheguei por um outro lado. Por isso estranhei, mas agora estou reconhecendo tudo. Inclusive os shows característicos.

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Ônibus de dois andares e as ruas e becos estreitos, uma ótima forma de relembrar Londres.

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Estou com fome, esta rua estreita acima me levou para um Five Guys, a lanchonete preferida da Michele Obama em Nova York. Eu estive lá (rs).

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É aqui mesmo que vou comer alguma coisa.

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É um lugar muito, muito caro. Mas o sanduíche é um dos melhores que já experimentei. Além disso, há as porções de amendoim que você mesmo se serve – e à vontade. Para completar, o atendimento é fantástico. Os funcionários parecem que gostam muito do trabalho. Pode até ser forçado ou parte do treinamento que receberam, mas eles realmente parece que estão felizes e animados. Faz o sanduíche ficar ainda melhor!

Estou curioso com este lugar que aparece abaixo, parece uma vila. Vou entrar.

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Ah, é Carnaby Street. Também estive aqui no ano passado, mas confesso que não lembrava mais da entrada.

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Aproveito que há wifi gratuito e ligo para minha mulher no Brasil. Afinal, preciso dar notícias e ela não soube de mim desde que saí de Paris. Enquanto isso, aproveito a beleza do lugar.

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Saindo de Carnaby Street, vou apreciando a beleza de tudo aqui. E também as figuras pitorescas, que existem em todas as cidades do mundo. Esta figura da foto aí abaixo está na Regent Street.

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Ainda bem que está sendo fácil me localizar por aqui, graças não só ao London City Walks, mas principalmente a sinalização nas ruas. Depois de quase 30 dias em Paris, é fácil esquecer que em Londres os carros andam na mão invertida.

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Não tenho tanto tempo assim para rever a cidade, então resolvo ver o Rio Tâmisa. Com a ajuda do London City Walks fica fácil encontrar o caminho. Aliás, que caminho! Veja só o detalhe desta fachada e das esculturas ao londo dela.

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Tem até homenagem à Agatha Christie.

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Alguns prédios aqui são bonitos demais!

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Ah, esta rua eu conheço. Estou do lado da Charing Cross, uma das grandes estações de trem e metrô de Londres. O London City Walks confirma.

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Descendo a rua em direção ao TâmisaVictoria Embankment Gardens e até escritório da Price.

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Ah, mas espere aí. Lembro que havia uma passagem por dentro que levava direto para a Golden Jubilee Bridges. É por lá que eu vou!

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Que maravilha! Olha só o que dá para ver daqui! London Eye

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… o Tâmisa em todo seu esplendor e The Shard bem ao fundo…

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… ou mais perto…

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… The Gherkin, que é este prédio meio arredondado em forma de pepino meio escondido no canto esquerdo da foto abaixo, bem ao lado do Cheesegrater, o prédio bem ao lado que parece um ralador de queijo – daí o apelido, e por fim no lado direito da foto o Walkie-Talkie

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…e – por que não – a própria Charing Cross.

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Para não ficar só fotografando prédios altos – e extremamente bonitos – melhor descer da Golden Jubilee Bridges e tentar visitar algum lugar que não conheci quando estive aqui.

Achei, é bem aqui perto: Whitehall Gardens.

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Como mostra a foto abaixo, Whitehall Gardens fica bem ao lado da London Eye.

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Cá entre nós, estou achando aqui mais bonito do que muitos jardins em Paris.

Vamos andar um pouco mais ao lado do Tâmisa.

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Modéstia à parte, que bela foto esta aí acima, hein?!?

Mais à frente, outras fotos que preciso tirar, senão ninguém acreditará que estive em Londres.

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Está tudo muito bom, mas as horas estão passando, é melhor retornar ao aeroporto.

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Terminou o passeio, hora de entrar no avião. Foi tudo excelente, um saldo muito positivo. Até meu celular volta de cheio de recordações.

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Como esta viagem acabou, já começo a preparar a próxima. No Brasil, dentro de um táxi a caminho de casa, inicio meu curso de … alemão!

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Próximo destino, Berlin. Até lá!

 

Mai, 12 (28/29) – Batignolles, bois de Boulogne, embaixada brasileira, Palais de la Découverte, Alegria Brasil, Institut de Monde Arab e Jardin des Plantes

Vi em algum lugar que Batignolles é um bairro diferente, mais culto. Pesquisei na internet…

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…gostei do que li e resolvi começar o dia por lá.

Bom, é onde estou agora, Batignolles. Mais exatamente parc Clichy-Batignolles.

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Agora que tenho fotografado bastante minhas viagens, tenho pensado no conceito da foto mentirosa. Interessante, é tudo questão de ângulo. As fotos aí acima foram tirados de um pequeno mirante, mais exatamente quando olho para minha direita. Se olho para a esquerda, veja só o cenário.

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Bom, vamos ver o lado bom das coisas. Pelo menos esta paisagem bagunçada é uma obra, melhor ainda que é uma extensão do metrô de Paris. Bem vinda seja a melhoria!

Continuando o passeio pelo parque, eu e este patinho…

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No parque, mais uma mostra do quanto os franceses consideram fatos históricos e fazem questão de lembrar de fatos marcantes. Aqui a lembrança é ruim, o monumento certamente deve ter o objetivo de ninguém nunca esquecer a barbaridade que foi o assassinato de 11.000 crianças francesas pelos nazistas.

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Fico indignado, triste e revoltado só de ler!

Como há parque em Paris! A poucas daquele em que estava, estou ao lado de outro agora. O Google Maps informa, Square des Batignolles.

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Como eu esperava, os imóveis aqui são extremamente atraentes.

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A caminhada foi um pouco longa, mas cheguei onde queria: Bois de Boulogne, uma das grandes áreas verdes de Paris. O lugar promete, olha só uma das portas de entrada.

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Vamos entrar!

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Belo parque! Bom, vamos continuar andando.

Tentando ver o que há mais na região, o TripAdvisor mostra que estou bem próximo ao Musée Jacquemard-André.

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É engraçado, já estive aqui bem no início da viagem, não prestei muito atenção. As coisas mudam, hoje quero entrar pelo menos para conhecer melhor o local.

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Sei que vou exagerar no comentário, mas após conhecer cada um destes museus e tudo mais aqui em Paris, o Castelo de Versalhes – de fato, um dos lugares mais bonitos em que estive – nem é mais tão diferente assim. Tudo é muito bonito, pomposo, tudo lembra reis e rainhas. As fotos aí acima do museu mostram bem isso.

Também uma tradição em meus passeios tem sido visitar a embaixada brasileira, é para onde estou indo agora. É relativamente perto. No caminho tenho que parar para fotografar lugares que merecem (rs).

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Cheguei na embaixada. Que embaixada!

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Além de pomposa, iguai a muita coisa que vi aqui em Paris, a embaixada brasileira está localizada em um ponto privilegiado, bem na margem direita do Sena.

Próximo destino, um restaurante brasileiro. Esta tem sido outra tradição em meus passeios.

Uma coisa é fato, não dá para andar depressa, sempre há o que fotografar. Outro dia mesmo passei pelo Palais de la Découverte, achei bonito mas não entrei. Hoje não resisto, vou fotografar aqui fora e depois entrar.

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Sem palavras! Ainda bem que uma imagem vale por mil delas!

Vamos entrar!

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Meu destino continua sendo um restaurante brasileiro. Como quase todos eles são muito caros, não teria cabimento eu gastar euros com comida brasileira – posso esperar um pouco mais até voltar ao Brasil (rs). Fiz uma pesquisa…

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… e descobri a Alegria Brasil, uma lanchonete que serve as legítimas coxinhas brasileiras. A ironia é que fica bem na frente da Gare du Nord, onde estive ontem. Tudo bem, voltarei lá, é por uma boa causa.

No caminho, cruzo a Champs Élysées

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… uma galeira de arte com arte até no logo (GAlerie LauRent STrouk)…

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… e os edifícios que mais parecem monumentos!

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Cheguei ao Marché Saint Quentin, mercado em que fica a Alegria Brasil.

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Enquanto comia a coxinha, ainda havia um jornal em português para criar bem um clima familiar.

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Matei a saudade: da coxinha, da leitura de jornal em português e até dos barracos nos botecos brasileiros. É que enquanto eu comia, outro brasileiro chegou, entrou na cozinha e começou a falar de brigas, polícia e problemas deste tipo. Quando terminei, entrei também na cozinha, agradeci a coxinha e também o barraco, para matar mesmo a saudade (rs).

Ah, se você quiser visitar o Alegria Brasil, não escolha a 2a. feira, a lanchonete está fechada. Afinal, ninguém é de ferro e todos precisam descansar! Você pode ir de 3a. a sábado das 8h às 19h e domingos das 8h às 13h. Bom proveito!

Peguei o metrô rumo ao próximo destino, Institut de Monde Arabe. Minha prima Adriana disse que eu precisava conhecer a parede feita de objetivas de câmeras fotográficas. Curioso, certamente deve valer a visita.

No caminho, uma sorveteria charmosa, não resisti ao meu segundo sorvete em Paris.

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Em um primeiro momento, pedi sorvete de uma bola, afinal é preciso cuidar da saúde. Mas veio tão minúsculo que recusei, pedi duas bolas. As porções aqui na França são sempre muito pequenas.

Quase chegando no Institut de Monde Arab, uma estátua bem na Pont de Sully chama minha atenção. Parece que ela está observando, senão abençoando, quem navega pelo Sena. Vale fotografar!

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O terraço do Institut de Monde Arab é de livro acesso ao público, subi de imediato. Que vista bonita!

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O mais irônico é que já estive aqui e não sabia. Logo no início de minha estadia em Paris, um guia me trouxe aqui e depois fomos para um picnic de queijo e vinho às margens do Sena. Está até em um dos primeiros posts da viagem. Só que era tudo muito novo, eu não sabia exatamente onde estava e nem o que significava o lugar. Para mim, na época, era apenas um local com vista agradável. Hoje sim sei onde estou (rs).

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Dá para ver a Basilique du Sacré Cœur de Montmartre

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la Défense

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… uma bela vista do Sena

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… e até mesmo aquela estátua que chamou minha atenção lá embaixo.

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Hora de ver um dos motivos principais de minha visita aqui, a parede de diafragmas do Instituto.

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São 240 diagramas semelhantes aos de máquinas fotográficas, todos ajustados eletronicamente para mudar seus ângulos de abertura de hora em hora e assim iluminar o interior do Instituto. Bonito, criativo, inteligente, mas também com um grande significado. Li em algum lugar que a luz tem um significado especial para os árabes, então deixá-la entrar no Instituto é mais do que pensar na luminosidade, o caráter é religioso. Muito bom!

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Mesmo ali na frente do Instituto, vejo aquela estátua que chamou minha atenção lá no Sena. É, ela está bem presente.

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Nossa, como andei hoje! Mas vou andar mais um pouco, quero aproveitar a região. Estou bem ao lado do Jardin des Plantes, um dos locais mais bonitos de Paris segundo alguns sites que consultei. Está a uma quadra daqui, vou lá!

Nem cheguei ainda, estou apenas contornando a grade, mas já fico extremamente animado!

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Eu não fazia a mínima ideia do que iria encontrar. Que lugar!

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Uau! Mais um lugar que me faz lembrar da grande perspectiva do Castelo de Versalhes. Simplesmente lindo!

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Embora esteja no Jardin des Plantes, aqui há museus, salas com várias atividades, exposições e os monumentais edifícios – como sempre!

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Justificando também o nome do local, um cuidado enorme com as árvores.

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Há também um labirinto verde e um zoológico.

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Nossa, este é meu último dia em Paris, amanhã volto ao Brasil. Foi um dia que fechou com chave de ouro o passeio aqui. Embora amanhã eu vá ficar quase o dia inteiro em uma conexão em Londres, estou muito satisfeito com o que vivi em Paris. Estou realizado!

Vamos ao mapa final desta viagem.

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É, ficou muito embolado. Foram muitos os pontos visitados, o que é muito bom. Vou colocar o mapa ampliado e por partes.

Primeiro, o ponto mais extremo, os Jardins da casa de Monet.

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Depois, outro ponto extremo, o Castelo de Versalhes.

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Agora vários mapas abrangendo os vários lados da cidade.

MapaMaio12_NoroesteMapaMaio12_NorteMapaMaio12_Leste

E por fim os pontos mais centrais, os mais turísticos.

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Embora este post tenha jeito de último da viagem, e é mesmo quando o assunto é Paris, colocarei mais um ainda falando sobre meu dia de conexão amanhã em Londres. Aí sim a viagem termina. Até o próximo, então!

Mai, 11 (27/29) – Tour Saint-Jacques, Hotel de Ville, Porte de Saint-Martin, Gare de l’Est, Gare du Nord e um belo entardecer em Paris

Por mais que eu visite a região central de Paris, sempre há mais o que ver por aqui. Hoje resolvi visitar lugares que já vi rapidamente outros dias, mas que merecem ser apreciadas com mais calma.

Por exemplo, estou agora na eterna rue de Rivoli, aquela que margeia o Louvre, mas algumas quadras de distância onde está a Tour Saint-Jacques. É uma torre erguida na praça com o mesmo nome, a primeira praça parisiense.

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Gosto muito de ver estes monumentos históricos, gosto mais ainda é de ver o estilo de vida dos parisienses. Eles gostam muito da uma área verde, sempre há muita gente curtindo gramas e sol.

Uma quadra e um pouco mais a frente, andando pela rue de Rivoli sentido contrário ao Louvre, está o Hotel de Ville.  É um dos pontos de referência em Paris, há até estação de metrô com este nome.

Não é para menos, olha só o hotel.

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Há algum tempo, pouco mais de um mês, aconteceu um atentado terrorista na sede do jornal Charlie Hebdo, pessoas morreram. Em lugares da cidade há homenagens prestadas.

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Tal como acontece em vários pontos da cidades, vários muros ou grades são usados como ponto de exposição. A grade abaixo circunda o Hotel de Ville.

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Continuando o passeio aqui na região, chego ao Jardin de l’Hôte Salé.

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Encontrei um texto na internet, li que este hotel é “…provavelmente o maior, o mais extraordinário, para não dizer o mais extravagante, dos grandes hotéis parisienses do século XVII”. É, a foto acima mostra bem isso. Hoje o hotel abriga o Museu Picasso.

Tem sido uma tradição em minhas viagens passar por um petshop, é um jeito de matar saudades de minha cachorrinha Victória. Finalmente encontrei um! E olha que tenho procurado!

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Estou agora na rue Oberkampf. É uma rua bem antiga, vale a pena ver as construções.

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Desculpa que falta espaço para plantar não existe por aqui. Nem falta de criatividade, olha só o cartaz brincando com a frase “liberdade, igualdade, fraternidade”.

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Vous êtes LIBRE de réspecter ce jardin EGAL à vos actions FRATERNEL à laisser les fleurs, o que em uma tradução livre poderia ser Você é livre para respeitar este jardim assim como suas ações fraternais de não mexer nas flores. Inspirado!

Olha só que coincidência, o cartaz fala sobre a exposição The Art of the Bricks, a mesma que vi ano passado em Londres. Nossa, é imperdível, tomara que os franceses saibam disso.

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Que chique, não? Estou em Paris lembrando de uma exposição em que estive em Londres. É, acho que estou ficando globalizado :-).

Estou bem próximo à estação de metrô Arts et Metiers, esta é uma região com muitas escolas voltadas às artes.

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Interessante! Mesmo que todos falem que os franceses são “bairristas”, já não é a primeira vez que encontra uma estátua da liberdade por aqui.

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Mais uma vez, uma grade é aproveitada para exposições. Gosto muito disso!

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Olha só a beleza do Conservatoire National de Arts et Metiers

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Um outro ponto turístico por aqui, aponta meu guia tecnológico de bolso, é a Porte Saint-Martin.

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Preciso ver!

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Agora vem algo muito peculiar, é bem ao lado do Théâtre de la Renaissance que aparece na foto abaixo.

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Pois então, aqui há uma estação de metrô desativada, é uma das chamadas estações fantasmas de Paris.

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Vamos chegar mais perto.

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Felizmente o fantasma não se refere a lençóis brancos, mas sim a estações desativadas (rs). A cidade de Paris tem uma grande rede de metro, na segunda guerra mundial algumas foram fechadas pelos nazistas para facilitar o controle da população. No fim da guerra a direção do metro decidiu que quatro destas estações não faziam tanta falta assim porque ficavam muito próximas das outras e decidiram mantê-las fechadas. Hoje em dia essas estações fechadas são conhecidas como “estações fantasma”.

Esta que estamos vendo na foto acima, estação Saint Martin, foi usada no filme Prometheus.  Preciso ver o filme de novo (rs).

Vamos andando, há muito o que ver hoje. Olhando para trás, mais duas fotos da Porta de Saint-Martin.

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Um dos lugares que estava originalmente em meus planos hoje era a estação do metrô Arts et Metiers. Li que era diferente, então entrar para ver.

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De fato, muito inspirada, diferente de todas que vi até agora.

Vou aproveitar que estou dentro do metrô para chegar ao próximo ponto do passeio, Gare de l’Est, umas das estações gigantes de Paris.

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Além dos quadros belíssimos da estação, ainda vejo aqui a mais nova campanha de fotos da Apple. Achei muito criativa, são fotos lindíssimas feitas por usuários de iPhone.

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Na estação também há espaço para as homenagens muitos comuns em Paris a quem esteve em algum tipo de guerra.

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Não esquecendo que estou em uma estação de trens, nada como uma foto dos modernos trens rápidos que chegam e saem daqui.

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Depois de ver a Gare de l’Est, nada como visitar outra estação destas grandes e comparar. Farei isso não só porque acho uma boa ideia, mas também porque a Gare du Nord está bem aqui ao lado.

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No Brasil associamos estações de trens à transportes mais simples e baratos. Aqui não é bem assim, olha só o hotel que está bem aqui na frente.

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A estação, como era de se esperar, é enorme e muito, muito movimentada!

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Agora sim estou satisfeito, já vi tudo o que gostaria de estações em Paris.

Meu próximo passeio hoje será muito agradável, vou encontrar a Sabrine. Ela é aquela pessoa da Costa Rica que conheci quando fui aos Jardins de Monet. Ficamos amigos, bons amigos!

Neste momento estou em frente à rue Montorgueil esperando ela chegar. Acabei de receber um WhatsApp, o metrô dela está um pouco atrasado – para variar! O que não é um problema, a espera vale a pena e aproveito para ver a região.

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Ela chegou, tomamos uma cerveja e fomos procurar um tradicional crepe. Não há como vir a Paris e não comer um crepe, não é? Achamos um que parecia razoável, o meu é crepe de banana com nutela.

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A noite está chegando, ver Paris ao entardecer também é um espetáculo!

Louvre

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…a Pirâmide do Louvre

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… o Arco do Carrossel do Louvre

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… Jardin des Tuilleries

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Arco do Triunfo

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…e, claro, ela não poderia faltar, a Torre Eiffel.

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Um final de dia perfeito!

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Mai, 10 (26/29) – Bois de Vincennes, Promenade Plantée, Comédie-Française e as luzes da cidade-luz!

Estou chegando à reta final deste passeio em Paris, é o momento de organizar mais ainda os passeios. Quero visitar pontos “imperdíveis”! Mesmo que “imperdível” seja algo muito subjetivo (rs).

Neste espírito, vou ver hoje um dos grandes parques daqui, tido por alguns como uma visita obrigatória, Bois de Vincennes. Como o parque é grande, aproveito para fazer algo que estou com vontade desde que cheguei: usar uma das bicicletas do sistema público de Paris.

Havia lido alguns comentários desfavoráveis ao sistema de bicicletas daqui. O problema é que você precisa autorizar um lançamento de um valor alto – talvez 200 euros, não lembro mais – em seu cartão de crédito. É uma forma de forçar as pessoas a realmente devolverem a bicicleta. Se você devolver, o lançamento é devolvido em alguns dias. Dá um certo receio, mas fui em frente, eu precisava experimentar uma bicicleta pública aqui.

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Há muito espaço verde aqui, muita gente aproveitando para lazer, há até um lago e uma ilha, ile de Bercy.

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O fato, porém, é que não vi algo que chamasse tanto assim a atenção. É um grande parque, mas é só um parque. Vou embora, antes preciso entregar a bicicleta.

Acho o máximo a tecnologia. Baixei um aplicativo específico para o sistema de bicicletas daqui, o Velib. Ele localiza as estações mais próximas, vou então para estação 34. Não é mesmo tudo muito simples?

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Velib ainda deu uma dica, mostrou que estou ao lado do Musée de l’histoire de l’immigration. Não sou exatamente fã de museus, mas gosto de ver os prédios em que estão instalados. Vou dar uma passadinha em frente.

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Valeu a pena!

Próximo daqui há um ponto não muito visitado ou falado, mas que fiquei com vontade de conhecer porque parece uma espécie de High Line de Nova York. É o Promenade Plantée, um jardim suspenso de 4,5 km que – tal como em Nova York – aproveitou uma antiga passagem ferroviária.

Cheguei ao ponto em que imagino ser o início do jardim e começo a andar. É lindo!

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Tudo muito bonito, realmente, mas há algo estranho aqui. Eu pensava que o Promenade Plantée fosse uma passagens entre edifícios, não um caminho em um lugar com muitas árvores.

Confiro no Google Maps, estou no sentido errado, daqui a pouco chego de novo no Bois de Vincennes. Errei, o jeito é dar meia volta! Que bom, vou rever algumas coisas que gostei bastante!

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Pronto, estou de volta ao ponto de partida.

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Vou agora no sentido contrário. O início é promissor!

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 Como caminhamos em um local elevado, é fácil ver a cidade. De um lado…

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… e de outro.

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Embora quase sempre o que vale mesmo a pena é olhar para a frente…

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Que bonito! Guardada as devidas proporções, as duas fotos acima lembram a grande perspectiva do Palácio de Versalhes.

O passeio continua…

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Daqui de cima, é possível prestar atenção em detalhes que talvez ficassem despercebidos lá embaixo. Olha só a lateral deste prédio!

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Mais uma vez, fico dividido: não sei se olho para frente ou para os lados. Melhor olhar para tudo quanto é lado (rs).

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Se não bastasse tudo isso para olhar, gosto muito de olhar um mapa para saber exatamente em que ponto estou. Ainda bem que o Google Maps ajuda.

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Estou chegando ao final do passeio, nem parece que andei muito. Passou rápido, preciso de mais uma última foto dos arredores vistos aqui de cima.

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Por aqui existia antigamente uma estação ferroviárias, os trens chegavam através de um viaduto que foi preservado até hoje, Viaduc des Arts.

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Os arcos do viaduto foram fechados e abrigam hoje joalheiros, fabricantes de objetos de couro, de botões, de tapeçarias e outros mais. Que criatividade, que jeito de preservar a história e dar vida ao local. Estes franceses estão de parabéns!

Embora eu esteja sempre conferindo no Google Maps a posição em que estou, não havia percebido que vim parar quase na praça da Bastilha.

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Este tipo de surpresa assim é bom de vez em quando (rs). O melhor é já estive aqui, então sei exatamente em que ponto está o metrô, preciso pegá-lo para chegar rapidamente à próxima parada do dia: Comédie-Française.

Desta vez nem é para ver o teatro em si, mas uma peça mesmo. Comprei um ingresso ontem para ver hoje Lucrécia Bórgia, de Victor Hugo. Estou entusiasmadíssimo! E também preocupado, será que vou entender os atores falando francês? Vamos ver.

As pessoas vão aos poucos ocupando seus lugares.

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Enquanto a peça não começa, aproveito para apreciar o teatro, um dos mais famosos de Paris.

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É, não importa se é a Opéra ou a Comédie-Française, tudo é mesmo muito pomposo, tudo lembra a realeza que construiu estas salas.

Está quase na hora de começar, os lugares estão praticamente todos ocupados.

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Aproveito para dar uma última olhada nos detalhes da sala. Olha só este balcão.

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A peça começa!

Confesso que tive dificuldade para entender muita coisa. Como o francês não é minha língua natal, como meu francês ainda não tem a fluência adequada, preciso prestar atenção em cada palavra dita, não posso ter um segundo de distração.

O problema é que distrações não faltam: as pessoas ao meu lado chamam minha atenção, algo que acontece no palco longe da cena principal me distrai, meus pensamentos me distraem. Resultado, é um pouco difícil de entender tudo o que está acontecendo na peça.

Felizmente fiz minha lição de casa, sei do que se trata a peça da Lucrécia Bórgia. Juntando este conhecimento prévio do espetáculo e um pouco de meu francês, acredito que entendi uns 70% de tudo o que aconteceu. É um resultado excelente.

Por falar em resultado, todo mundo gostou muito da peça. Os atores já estão voltando pela quarta vez ao palco para agradecer as palmas.

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Emocionante!

Fim da peça, todos estão indo embora. Eu fico mais um pouco, aproveito para fotografar o palco agora de uma posição mais central.

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Aproveito também para passear nas demais dependências do teatro.

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Foi uma boa escolha a peça! Do lado de fora, um show de artistas independentes. Ontem foi uma banda de jazz, hoje é um conjunto mais tradicional. Tradicional e muito bom!

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Esta região em que estou é de uma beleza incrível. Se não bastasse os edifícios, até os jatos riscam o céu!

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O dia hoje está muito bonito, eu preciso aproveitar. Vou pegar andar de bicicleta novamente.

Preciso antes contar como o serviço público aqui é eficiente. Como aluguei uma bicicleta hoje de manhã, tive que pagar a taxa diária, tenho direito agora a novos passeios sem qualquer outra taxa – desde que cada um deles não passe de meia-hora. O problema é que eu precisava ter impresso o número de meu cupom diário, eu não sabia e não imprimi.

Pois então, aí é que está a eficiência. Liguei para o atendimento ao cliente e eles encontraram meu cupom, bastou eu dar o número do cartão de crédito que usei. Melhor ainda, a moça que me atendeu foi de uma simpatia impressionante. Viva Paris!

Fui a vários lugares com a bicicleta, mas veja só que lugar escolhi para tirar mais uma foto :-).

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Eu iria continuar aproveitando a bicicleta mais um pouco, mas meu celular está tocando. É o Loïc, o dono da casa em que estou hospedado. Ele sugere que eu vá me despedir da Pérel.

Esta é uma outra história que preciso contar aqui. Na casa do Loïc estavam também a Christelle e sua filha Pérel. A menininha foi com minha cara (rs), eu chegava em casa e ela já pulava em meus braços. É muito bom estar longe de casa, do Brasil, e ser recebido assim por uma criança na França.

Crhistelle e a Pérel estavam indo embora, eu precisava me despedir. Devolvi a bicicleta e fui correndo para a casa do Loïc.

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Para aproveitar nossa última noite, o Loïc convida para jantar em um restaurante francês. Que bom, aceito na hora!

Olha aí a Cristelle, de novo a Pérel

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… e a sobremesa (rs). 

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Como se tudo isso não bastasse, vamos ver agora a Torre Eiffel iluminada!

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Enquanto apreciamos o espetáculo de luzes, ouço um som conhecido. Vamos ver.

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Inacreditável, é forró. A foto acima mostra um grupo de brasileiros dançando nosso legítimo forró.

Cheguei perto de uma pessoa que parecia o líder do grupo, ou o professor. Pernambucano, ele me explicou que está há alguns anos em Paris e um de seus objetivos é fazer todo mundo aprender a dançar como ele. Tomara!

Para encerrar a noite, mais um ponto iluminado, a Pirâmide do Louvre.

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Que noite!

MapaMaio10

Mai, 9 (25/29) – Opéra Garnier, Comedie Française, cimetière du Père-Lachaise e Bellevile.

Hoje é dia de Tous a l’Opéra, um programa em que 100 óperas europeias famosas abrem suas portas ao público. Claro que vou à l’Opéra Garnier, um dos prédios mais bonitos que já vi por aqui – do lado de fora. Hoje vou entrar.

Enquanto caminho, minha mulher não me deixa esquecer de seu presente – um dos vários prometidos :-).

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E assim, tenho notícias de minha mulher via WhatsApp, chego à l’Opéra.

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Eu já havia olhado um pouco este prédio, mas hoje estou prestando muito mais atenção. Que coisa bonita! Preciso entrar!

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Aqui a meu lado agora, parada na frente desta escada, está uma americana. Ela não consegue sair do lugar, só ficando olhando a escada dizendo “Oh, my god! Oh, my god!”.

E ela nem olhou para cima ainda, senão vai cair de costa. Olha só o que está no alto destas escadas.

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Vou deixar a americana aqui, quero continuar o passeio (rs).

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Entro em uma galeria muito inspirada, há quadros e maquetes registrando cenas das óperas mais famosas encenadas aqui.

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Falei que havia quadros e maquetes. De fato, agora é que chego na galeria das maquetes, fotografei apenas uma.

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Fico pensando na expressão daquela americana quando ela chegar nesta sala em que acabei de entrar. “Oh, my god!”

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Preciso tomar um fôlego, vou olhar a parte externa. A vista aqui de cima também deve ser muito bonita.

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Algo que não canso também de admirar é o quanto a tecnologia tem me ajudado neste passeio. O Google Maps mostra não só o mapa da região…

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… como também o interior da Opéra.

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Fica muito fácil passear assim! Que bom!

Mas o melhor mesmo é tirar o olho do celular, senão vou ficar parecendo aqueles adolescentes que nem conversam na mesa (rs).

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Opéra Garnier também é um ponto de shows urbanos, vários artistas se apresentam nas escadarias. Agora mesmo um deles está cantando aqui.

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Tudo muito interessante, mas melhor voltar ao passeio no interior da Opéra.

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Há várias janelas aqui que permitem observar outros ângulos de Paris. Não resisto.

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Confesso que às vezes – sempre (?) – fico meio perdido, não sei se olho dentro ou fora.

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Como hoje não é dia de espetáculo, não é permitido o acesso do público à plateia. Felizmente uma das portas está aberta e é possível pelo menos olhar de cima. A foto ficou um pouco escura, mas dá para ter uma ideia.

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Fiquei tão entusiasmado com tudo o que vi que precisei abrir a Wikipedia em meu celular para ler um pouco mais sobre o local.

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Depois desta resposta do Garnier, melhor encerrar o passeio.

Li em algum lugar que a Opéra Garnier é um local tão nobre que houve resistência na época da construção do metrô por aqui. É por isso que a estação não é igual às outras, a entrada é bem mais monumental, combinando com a Opéra.

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De fato, esta região aqui é cercada de pontos turísticos. Estou bem ao lado do Louvre e da Comedie Française, uma famosa sala de espetáculos. O Google Maps confirma!

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Assim como havia artistas na frente da Opéra, a frente da Comedie Française é um ponto de atividades. Há uma animadíssima jazz band tocando por aqui, preciso ouvir!

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Bem ao lado, a estação de metrô Palais Royal. Diferente, é uma obra de arte contemporânea chamada Le Kiosque des noctambules. Com esferas de alumínio e cristais de murano, foi instala em 2000 pelo artista plástico Jean-Michel Othoniel, conforme informa a Wikipedia em meu celular.

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Assim que vi esta estação tão diferente, já entrei no TripAdvisor para ver o que outras pessoas falavam.

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Continuando o passeio aqui, está o Hotel du Louvre, também absurdamente bonito.

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Ainda caminhando na região, bem ao lado do Hotel du Louvre, outro imóvel imponente desperta a atenção. É o Conseil d’Etat.

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Já havia visitado algumas passagens cobertas aqui em Paris, acabei de encontrar outra agora. E bem próximo ao Louvre.

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Não me canso é da criatividade das pessoas… Olha só o que foi pichado em um muro aqui na minha frente.

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Embora não tenha comentado ainda, estou caminhando em direção à maior sala de cinema de ParisLe Grand Rex.

Cheguei!

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A sala pode acomodar até 2.700 pessoas. Uau!

O cinema foi feito tendo como modelo o Radio City Music Hall de New YorkLe Grand Rex é um dos últimos locais míticos do cinema, seja na França ou mesmo na Europa, não só por sua história mas também por sua arquitetura e decoração.

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Estou pronto para a próxima visita de hoje, cimetière du Père-Lachaise. Não é exatamente um lugar que faço questão de ir, afinal é um cemitério. O fato é que este é um dos pontos turísticos famosos de Paris, então … eu vou!

Faltando chegar uma quadra para a entrada do cemitério, o comércio de rua já aparece. Sim, aqui é um local de muitos turistas, um bom lugar para a venda de lembrancinhas.

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A entrada principal já mostra os turistas.

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Por que o cemitério é famoso? Porque há várias pessoas famosas com túmulos aqui. Logo na entrada, a relação dos túmulos e um mapa do cemitério.

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Fotografo a lista e saio à procura dos tais túmulos famosos.

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Deixando de lado meu desconforto por estar em um cemitério, que não é exatamente um lugar para passeios, começo a olhar a beleza das obras. É, algumas são de fato muito bonitas.

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Mesmo instalações como crematório e capelas valem uma espiada.

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Como o cemitério está em um lugar alto, vale apreciar também a vista. Dá para ver a sempre presente Torre Eiffel

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… e a Tour Montparnasse.

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Estou agora na frente de uma grande torre, parece uma chaminé. Não consigo descobrir o que é, mas a bela escultura na lateral chama minha atenção.

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Não dá para negar que vale a visita a um cemitério como este, olha só o que estou vendo agora.

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Certamente esta pessoa gostava muito de cachorros.

Chego ao crematório.

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Ao lado fica o Columbarium, com as urnas das primeiras incinerações.

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O ajuntamento de pessoas à frente certamente indica a lápide de alguma personalidade.

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Mais um…

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Também chama a atenção este túmulo, deveria ser um casal bem apaixonado.

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Algo que facilita muito a visita ao cemitério é a boa sinalização de ruas e avenidas. Consegui achar até agora tudo o que procurei.

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Um ponto negativo é o vandalismo. Incrível, mesmo este sendo um cemitério bastante visitado, há vários lugares saqueados aqui.

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Mais lápides de personalidades: Honoré de BalzacYves MontandMarcel Proust. Ah, a última lápide da sequência de fotos abaixo não é de alguém famoso – pelo menos que eu conheça, mas achei a escultura extremamente interessante, vale uma foto.

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Minha mãe era espírita, sinto uma emoção especial ao chegar ao túmulo de Alan Kardec.

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A inscrição no alto representa a essência do espiritismo: “Nascer, morrer, nascer de novo… progredir sem cessar… é a lei”.

O cemitério é tão grande que muitas vezes preciso da ajuda do Google Maps. Dá para acreditar, GPS para andar em um cemitério?

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Mesmo com tanto para ver, faço questão de aproveitar os lugares mais altos para uma boa vista da cidade. Estou vendo agora o Pantheon e a Tour Montparnasse.

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Estou agora em frente a um espaço com a inscrição La Mémoire Nécropolitaine. Não entendi exatamente o que significa, felizmente há ao lado um QR Code. É um código que podemos escanear com um aplicativo próprio e entender o significado.

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Felizmente também tenho o aplicativo em meu celular, Lecteur QR. Foi só escanear o código para ver a página do site aparecer na tela.

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La Mémoire Nécropolitaine é uma associação cultural cuja proposta é dar um futuro a nosso passado – nossa, que frase bonita esta – guardando através de imagens o patrimônio dos cemitérios. O texto diz que até este momento há 195.000 fotos. Uau!

Às vezes as aparências enganam. Procuro agora a última lápide, é do Jim Morrinson, do grupo The Doors. Vejo um grupo de pessoas à frente e concluo que é ali o local.

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Não é, trata-se de um grupo interessado em uma lápide específica. Ninguém mandou eu dar uma de esperto (rs). Andando um pouco mais, acho a lápide do Jim Morrison.

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Para minha surpresa, não havia um único turista. Eu esperava encontrar uma multidão, afinal acabava de ler na Wikipedia que a lápide foi até cenário de um curta-metragem em 1986.

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Vai entender. Talvez eu tenha chegado em um momento de pouco movimento.

De qualquer forma, chega de cemitério. Embora eu esteja um pouco cansado, afinal andei muito até agora, tenho que aproveitar a região e visitar dois outros pontos imperdíveis, segundo o TripAdvisor. O primeiro é a imperdível rue de Belleville. Vamos lá!

No caminho, bem na frente do cemitério, uma cena muito comum em Paris, uma fonte de água potável.

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Cheguei à rue de Belleville.

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Em um primeiro momento, pareceu apenas mais uma rua movimentada. Mas a primeira travessa à direita, rue Denoyez

194… explica porque a região merece uma visita.

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Voltando à rue de Belleville, a sensação é muito boa. Não só pelos restaurantes e produtos orientais … às vezes lembra um pouco Chinatown de Nova York

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… como também pela criatividade que permeia tudo por aqui.

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O clima aqui é mesmo de muita cultura. Nesta próxima esquina há um café/bar/restaurante/livraria – não sei bem exatamente o que é (rs) – com uma área externa para conversas aparentemente de altíssimo nível.

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Parece que todos respiram cultura por aqui.

Falta um único passeio para hoje, é uma visão de Paris do ponto mais alto da região. São apenas 8 minutos de caminhada, informa o Google Maps. Meio que me arrastando (rs), já que estou cansado, faço questão de ver.

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Cheguei meio de mansinho, gostei da primeira impressão, mas nada que se destacasse.

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Continuo andando, vejo que estou no Parc de Belleville

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…quando tenho uma enorme surpresa.

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Como diria a americana que encontrei no início do dia, lá na Opéra Garnier, “Oh, my God!”

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Se não bastasse tudo isso, a visão de Paris daqui de cima é realmente incrível. Melhor ainda, no lugar em que estou apreciando a paisagem há um esquema criativo indicando o que estou vendo.

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Ufa, um término de dia perfeito! Não resisto a uma última olhada na paisagem aqui do alto e até no Google Maps, para ter certeza de onde estou.

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Para terminar o post, o mapa dos pontos do dia.

MapaMaio09

Mai, 8 (24/29) – Parc Montsouris, Cité Universitaire, Église Notre Dame du Travail, os perigos de uma grande cidade e as catacumbas de Paris

 

Depois de um dia inesquecível no Castelo de Versalhes, um dia mais calmo vem bem a calhar. Hoje é mais um feriado em Paris. Como não faço a mínima ideia do motivo, já pesquiso o oráculo de nosso tempoGoogle.

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É a Festa da Vitória, comemoração da capitulação incondicional da Alemanha nazista e o consequente fim da Segunda Guerra Mundial. Interessante é ver na notícia acima o vai e vem do feriado: decretado em 1953, foi suprimido em 1959 por Charles de Gaulle, mantido por Giscard d’Estaing em 1975 e restabelecido por François Mitterrand em 1981.

Embora muitas lojas não acreditem no feriado – estão abertas – a cidade está indiscutivelmente mais calma, é então um bom dia para visitar lugares também mais tranquilos. Meu primeiro destino é o Parc Montsouris, um parque que vale a pena visitar conforme um texto que li em algum momento.

O parque fica relativamente perto, 19 minutos de caminhada, vou a pé!

Andar a pé é bom porque sempre aparece algo novo no caminho. Acabo de encontrar um parque menor, Jardin de Moulin de la Ponte,  segundo o Google Maps.

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Parece bonito, vou entrar.

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Os avisos na entrada mostram duas curiosidades:

  • Parque na França também tem carrapato (rs);
  • Parque na França tem wi-fi.

E parque na França, até os pequenos, são muito bem cuidados.

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Foi uma boa decisão aproveitar o feriado e ir a pé até o primeiro ponto planejado de hoje, o Parc Montsouris. O que há de lugares bonitos para ver, que eu não veria se fosse de metrô, justifica o exercício. Além do mais, gosto de exercícios :-).

Vejo uma escola de crianças em um prédio original…

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… mais um parque muito pequeno, totalmente inesperado e bastante bonito…

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…até ruas que valem uma foto. Ou duas!

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Cheguei ao Parc Montsouris.

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Depois de uma caminhada, é repousante sentar em um parque assim. Dá gosto!

Enquanto descanso, vejo no Google Maps que estou próximo à Cité Universitaire.

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Acho que tenho algum tipo de fixação por escolas e universidades (rs), sempre quero conhecer. Vamos lá!

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Uau, ainda bem que entrei. Estou me sentindo de volta ao Castelo de Versalhes.

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O espaço livre aqui é enorme!

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Interessante é que há as casas de vários países para os estudantes. Vila Los Hermanos.

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Como a Cité Universitaire chamou minha atenção rápido demais, não tive tempo de ver direito o Parc Montsouris, vou voltar lá.

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Que maravilha de parque, um verdadeiro oásis na cidade. Tem até teatro de marionetes.

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Algo que chama muito a atenção aqui em Paris é a total integração do transporte público com o dia a dia das pessoas. Aqui no Parc Montsouris, por exemplo, a linha de metrô convive harmoniosamente com o verde.

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Final do passeio no parque, uma última foto!

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Em uma área verde como esta, natural que as ruas próximas esbanjem natureza.

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Mesmo muitas delas sendo ruas privativas, não resisto e entro para dar uma olhada.

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A próxima rua assim foi uma recomendação do TripAdvisor, lá está escrito que vale a visita: Rue Georges Braque.

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Um pequeno paraíso verde, vejam que na ponta da rua aparece o Parc Montsouris.

Como hoje é um dia mais leve, até por conta do feriado por aqui, vou continuar passeando a pé até meu próximo destino, Église Notre Dame du Travail. Parece que é uma igreja diferente de todas que vi até agora, sua estrutura é toda em aço aparente. Vale uma visita.

Ao longo do caminho, as surpresas que justificam a caminhada. Primeiro, um lugar em que morou Lenine

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… depois os ônibus todos com bandeira da França, comemorando o feriado de hoje…

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…na sequência dos pontos que merecem uma visita, a Place de Séoul, que fica no 14 arrondissement

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… para finalmente chegar à Église de Notre Dame du Travail. Os bancos da foto à esquerda estão bem próximos à igreja, enquanto a fonte da foto à direita está bem na frente.

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Vamos entrar.

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Realmente, é uma igreja bem diferente! Em quase tudo aqui prevalem as estruturas metálicas. Veja só este canto ao lado do altar principal.

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Bem, há algo em que a igreja é parecida com as outras que vi até agora: o belo órgão acima da porta entrada.

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Um fato curioso é que durante este tempo todo em que estou na igreja, não via uma pessoa sequer. Só eu estou aqui. Está tudo tão silencioso que consigo escutar meus passos.

Bom, hora de ir embora. A tranquilidade dentro da igreja também está presente no jardim fora.

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Pois bem, esta paz acabou. Não dá para ver na foto da direita, mas lá atrás destes arbustos há um grupo de rapazes. Pois então, um deles atirou uma pedra enorme, quase do tamanho de um paralelepípedo, em minha direção. Levei o maior susto, ao mesmo tempo ouvindo um deles gritar:

– Pas de photo! Pas de photo!

Certamente estavam fazendo algo de errado, não queriam ser fotografados. Ainda assustado, viro o corpo já procurando a esquina mais próxima para sair daqui quando uma moto se aproxima com dois rapazes. Um deles pergunta:

– Por quoi des photos?

Explico que é por causa do jardim e já vou saindo devagar o suficiente para não chamar a atenção, mas ao mesmo tempo depressa porque quero sair daqui o mais rápido possível. Claro, não há ninguém por aqui, como vou pedir ajuda se precisar?

Ainda bem que na quadra seguinte já havia lojas abertas, foi um alívio. Foi a primeira vez que senti medo aqui em Paris, tomara que tenha sido a última.

Pelo menos a rua é bonita, volto à beleza que tem me encantado até agora. É uma rua aparentemente dedicada às crianças, olha só o nome da loja.

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Parece mesmo que as crianças têm preferência por aqui, olhe só a placa de sinalização.

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Eu achava que houvesse apenas uma Galeries Lafayette em Paris, mas outro dia passando de ônibus por aqui vi mais esta aí da foto abaixo.

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É por isso que estou aqui agora, quis ver como é esta galeria e se ela tem relação com a outra mais tradicional perto da Opéra Garnier.

Ainda não entrei, mas a loja fica no mesmo conjunto de um dos pontos turísticos mais procurados em Paris, a Tour Montparnasse, uma torre com 210 metros de altura.

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Já vi muitos lugares altos aqui, não vou subir nesta torre. Além do mais, um dia não está muito claro, seria um desperdício. Vou sim subir no terraço da Galeries Lafayette.

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Ah, essa vista sim vale a pena. Que bom que subi aqui. Vou entrar no conjunto comercial agora.

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Tem até loja da Timberland, se soubesse nem teria comprado um tênis impermeável deles LÁ no Brasil para andar em dias de chuva AQUI em Paris. Vivendo e aprendendo!

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É uma bonita galeria, muito parecida com um pequeno shopping. Mesmo a Galeries Lafayette aqui nem é tão grande, não chega nem aos pés da loja mais conhecida. Então, já que é assim, hora de ir embora.

Consulto o TripAdvisor e vejo que estou bem perto das famosas Catacumbas de Paris. Será que há muito gente lá?

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Não tem jeito, Paris é Paris, sempre tem gente em todos os lugares. Em qualquer hora! Bom, o passeio parece bom, vou enfrentar a fila.

A caminhada começa bem, o mapa na entrada mostra todo o caminho a ser percorrido no SUBTERRÂNEO das ruas, começando na Place Denfert Rochereau.

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Pode parecer meio bobo, mas estou entusiasmado. É o segundo passeio que faço nas cavernas de Paris, a primeira foi outro dia nos esgotos da cidade, a outra será agora. Estou na maior expectativa :-).

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A entrada das catacumbas já impressiona bastante! Mal sabia eu o que vinha pela frente!

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Veja que impressionante a disposição dos ossos, empilhados de forma a ganhar espaço. Os maiores, mais longos, eram cuidadosamente separados e empilhados um a um, de forma a construir uma pilha estável e quase sem espaço entre eles.

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Osso longos, como fêmur e tíbia, foram colocados à frente, formando verdadeiras paredes de ossos, adornadas com os crânios em desenhos geométricos. Por trás destas paredes de ossos, foram depositados os ossos menores e mais irregulares.

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Não é à toa que os turistas ficam impressionados!

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Estas catacumbas ocupam uma pequena parte de um complexo sistema de túneis e cavernas existentes no subsolo de Paris, criados para exploração de pedreiras durante a ocupação romana. O ossuário, que ocupa apenas uma parte muito pequena destes túneis, começou a ser organizado a partir de 1785.

Segundo uma explicação que encontrei na Wikipedia


Na metade do século XVIII, a maior parte das igrejas de Paris possuía seu cemitério. Entretanto, o crescimento da cidade acumulou gerações e mais gerações de despojos funerários para os quais os cemitérios não ofereciam mais espaço.

Em 1780, o cemitério “des Saints-Innocents”, o mais importante da cidade, foi fechado, por demanda da população. A lotação do cemitério era tal que a população vizinha estava adoecendo devido à contaminação provocada pelo excesso de matéria orgânica em decomposição.

No dia 9 de novembro de 1785, o Conselho de Estado francês decidiu pela necessidade de reformular o sistema de cemitérios de Paris e pela imediata tomada de providências.  Novos cemitérios foram construídos na periferia da cidade, mas restava a preocupação do que fazer com os cemitérios superlotados já existentes.

A ideia de usar os túneis abandonados das pedreiras parisienses é creditada ao chefe de Polícia, General Alexandre Lenoir, e levada à cabo por ordem de seu sucessor, o Sr. Thiroux de Crosne. 


É mesmo tudo muito impressionante. Olha só a estrutura do local.

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Bom, valeu a visita. Vou voltar à superfície.

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Dá para imaginar que embaixo desta rua estão as catacumbas? Eu, hein?!?

Fiz até questão de procurar no Google Maps o trecho em que estive no subsolo.

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O passeio começou lá no alto do mapa, Denfert-Rochereau, e terminou na posição em que estou agora, o pontinho azul. Parece pequeno na foto, mas foi uma experiência e tanto!

Nada melhor do que então encerrar o passeio do dia com o tradicional mapa de pontos visitados.

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Mai, 7 (23+2/29) – Finalmente, Castelo de Versalhes

Após passear pelos incríveis Jardins de Versalhes e conhecer os Domínios de Maria Antonieta, é o momento – finalmente – de entrar no Castelo de Versalhes. Pelo que vejo na frente, certamente vou gostar MUITO da visita.

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Logo na entrada, um órgão com um som absurdamente limpo e alto. Melhor, com uma pessoa tocando.

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Daqui de dentro do Castelo, consigo ver os jardins olhando pela janela…

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… ou apreciando os quadros mostrando os tempos de reinado.

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Este último mostra a tal grande perspectiva oferecida pelos jardins e lagos. É de uma beleza ímpar.

Muito interessante também é esta escultura a seguir, em que várias personalidades – inclusive o Rei Luís XIV e seu deus Apollon – estão representados.

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Confesso que neste ponto estou um pouco frustrado com o Castelo. À exceção do maravilhoso órgão na entrada, estou achando tudo muito … simples. Não parece um castelo.

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Está certo, olhando pela janela percebo que a construção é realmente imponente…

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…mas ainda não convenceu.

Vou entrar agora em um corredor de estátuas, vamos ver o que acontece.

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Nossa, que olhos arregalados (rs).

Ah, agora sim o Castelo começa a impressionar!

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Olha só o teto e as colunas!

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Não resisto a uma olhadinha pela janela, quero ver o que os reis enxergavam daqui (rs).

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Embora a vista lá de fora seja bela, aqui dentro o Castelo começa a ficar cada vez melhor. Olha só a pintura neste teto.

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Fica cada vez mais bonito, lareira e quadros complementam tudo.

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Olha só na foto acima o detalhe do que está abaixo do quadro! É muito bonito!

Vamos continuar andando.

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Tanta beleza assim tem que atrair muita gente. Há momentos que não consigo entrar em algumas salas ou às vezes nem mesmo sair! Haja turistas!

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Ainda bem que tudo aqui é muito organizado, as identificações estão em todos os lugares.

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Da janela, a fila para pegar o trenzinho…

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Ainda bem que estou aqui dentro…

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Gosto muito de alternar o que vejo fora …

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… e dentro do Castelo. Na verdade, acho que fico mesmo é meio perdido (rs), sem saber direito o que olhar!

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Aliás, eu e todo mundo!

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Olhando pela janela e andando, levo um susto enorme quando entro na próxima sala, a Galerie des Glaces.

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É o local MAIS BONITO do Castelo. De fato, um dos locais mais bonitos que já vi até agora em Paris. Merece mais fotos!

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Ainda bem que há uma janela aqui, preciso recuperar o fôlego (rs)!

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A visita continua, estou agora em um salão bem diferente, o destaque está nas esculturas.

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Nossa, que visão a da janela desta sala. É a grande perspectiva proporcionada pelos jardins. Falei há pouco que a Galerie des Glaces foi um dos lugares mais belos que vi em Paris, a grande perspectiva dos jardins é outra. Coincidência ou não, as duas em Versalhes.

Vamos andando para a próxima sala.

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Quase tão impressionante quanto a outra…

Bom, de fato tudo impressiona, até o hall – se é que dá para chamar de hall este lugar em que estou agora!

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Estou agora na Galeria das Batalhas, em que vários quadros retratam as batalhas mais marcantes.

Bom, as batalhas podem até ter sido marcantes, mas o que realmente me impressiona é a própria sala: que imponência! Muito própria para uma sala de batalhas.

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O assunto batalhas era tão presente nesta época que há outra sala, ainda mais bonita, sobre o tema.

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Gostei muito de um dos quadros, retrata a entrada de Henry IV em Paris em 22 de março de 1594.

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Seria um quadro como outro qualquer, mas felizmente o áudio guia que recebemos na entrada dá um detalhe muito interessante. A construção acima é o Louvre! Nossa, é muito interessante!

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O passeio no Castelo chegou ao fim. Eu até fiquei com dó de ir embora, andei mais um pouco para frente e para trás procurando algo novo, mas já tinha mesmo visto tudo. Então saí!

Ah, mas estamos no horário de verão aqui, demora para escurecer. Embora o Castelo feche às 18h, os jardins permanecem abertos até às 20h. Claro que preciso aproveitar, principalmente porque há um trecho lateral perto do Castelo que eu ainda não havia visto.

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Se não bastasse este belo corredor de muito verde e esculturas, chego agora na Bassin du Dragon. As esculturas na fonte são muito realistas!

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Olha o trenzinho passando aí, gente… Está no fundo da foto abaixo!

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Para terminar o dia – dá para ver na foto que ainda está bem claro, quase 20h? – a Bassin de Nepune.

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O trenzinho passou de novo na foto acima à direita (rs).

Bom, vamos terminar o passeio em Versalhes com esta última foto! Que dia sensacional!

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Neste post não dá para terminar mostrando os pontos visitados em Paris, a cidade está longe. Então vou mostrar só (?) os três pontos visitados em Versalhes. Pontos que valem por um dia mais do que completo :-)!

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Mai, 7 (23+1/29) – Mais jardins de Versailles e também Chateaux de Trianon e Domaine de Marie-Antoinette

Depois de ter andando algumas boas horas nos jardins do Castelo de Versalhes, percebo que algo ficou para trás, l’Orangerie. Eu já havia visto o local no aplicativo, mas havia tanta coisa para ver que acabei passando reto.

Algo me diz que preciso voltar, então vou voltar.

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Só o caminho já faz eu ter certeza de que fiz bem em dar meia volta, a foto aí acima antecipa o que vou encontrar.

Olha só a beleza da construção. Esta é a porta de uma espécie de silo – acredite – em que se guardavam as laranjas colhidas. Sim, afinal estamos na l’Orangerie – o laranjal.

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A vista lá do alto deve ser incrível, preciso subir – mesmo tendo que enfrentar uma grande, grande escadaria.

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Uau! Valeu a pena, QUE VISTA!

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Até o Castelo, que fica aqui ao lado, está bonito deste ponto em que estou.

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Vendo tudo daqui de cima, fiquei com uma vontade muito grande de descer novamente e ver mais de perto este imenso laranjal. Vou descer!

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Já que estou aqui, vou ver o silo – se é que dá para chamar algo tão grande e tão bonito assim de silo – com mais calma.

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Se ninguém avisasse, eu iria pensar que estava em frente ao Castelo de Versalhes (rs).

Achei uma porta aberta no porão, vou entrar…

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Que coisa!

Hora de retomar o passeio, vou subir aquelas escadarias … de novo. O que não é trabalho, já que a vista compensa.

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O passeio no Castelo de Versalhes é dividido em três grandes partes:

– Os Jardins de Versalhes – o que acabamos de visitar no post anterior e neste até agora;
– Chateaux de Trianon et Domaine de Marie-Antoinette, um pequeno (!?!) palácio para Maria Antonieta;
– Chateaux de Versailles, que é o castelo propriamente dito.

Como aqui é tudo muito grande, preciso da ajuda do Google Maps – acredite, é verdade – para encontrar o tal Castelo de Maria Antonieta.

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Depois de caminhar 20 a 25 minutos, chego ao tal Catelo da Maria Antonieta. Tal como eu esperava, não se trata de apenas um puxadinho (rs).

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Até a frente do Castelo impressiona. Já pensou ter um espaço e árvores destas toda vez em que você olhar pela janela?

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Voltando a olhar dentro dos aposentos, não resisto a fotografar o banheiro, absolutamente … real!

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Ninguém é de ferro, um joguinho de bilhar ajuda!

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Começo a entender melhor o lugar em que estou, aqui é o Petit Trianon, que aparece nesta próxima foto…

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… e há também o Grand Trianon.

Nossa, nem imagino como pode ser, vou ver!

Claro, os jardins interligando os dois locais são mesmo extremamente bonitos.

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Lá no fundo, o Grand Trianon.

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Do outro lado, caminhando pelos jardins, o Petit Trianon vai ficando mais distante.

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Este aí acima é apenas um pequeno (!) espaço de eventos.

Bom, agora sim estou chegando perto do Grand Trianon, também com jardins, lagos e tudo o que um bom castelo tem direito.

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Esta foto acima mostra aquele lago – na falta de um nome melhor para esta grande concentração de águas por aqui – que começa bem longe, lá no Castelo de Versalhes.

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As colunas na entrada do Grand Trianon já antecipam a beleza do lugar. Que bom!

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Na sequência da visita, gosto muito dos quadros que encontrei. Como quase todas as fontes no Jardim de Versalhes não ficam ligadas o tempo todo, é através destas pinturas que as vejo funcionando (rs). Melhor, funcionando na época dos reis e rainhas que moravam aqui.

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Vamos continuar a visita.

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Depois desta mesa de muita classe, preciso encerrar a visita ao Grand Trianon. É hora de finalmente visitar o mais importante da festa, o Castelo de Versalhes.

Embora eu vá ter que andar bastante até chegar lá, estou mais é comemorando. Olha só o que sou “obrigado” (rs) a ver novamente no caminho.

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Apenas para entender melhor o que estou fazendo, abro o Google Maps para ter uma visão global da região. Saí do Le domaine de Marie-Antoinette e estou agora virando a “esquina” dos lagos para chegar ao Chäteau de Versailles, nas palavras do Google Maps.

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Estou cercado de lagos – verdadeiras maravilhas construídas pelo homem – de todos os lados.

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Quando cheguei aqui de manhã, havia poucas pessoas nos jardins. Agora no meio da tarde, vejo que estou é em um grande parque.

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Está todo mundo comprando sorvete em uma lanchonete por aqui, eu também quero.

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Como as distâncias são grandes, há um trenzinho à disposição para os que não querem – ou não podem – andar.

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Caminhos imensos para trilhar é que não faltam por aqui. Alguns menos e outros  mais concorridos!

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Felizmente com o Castelo de Versalhes ao fundo, como na foto acima, qualquer caminho fica fácil.

Se não ficar, há sempre bancos para um bom descanso …

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… e também carrinhos para alugar. Há muitos deles por aqui!

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Que alegria rever paisagens que havia visto hoje pela manhã!

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Estou agora ao lado do Castelo, espantado com a quantidade de turistas. Na hora em que cheguei hoje cedo, tudo estava praticamente deserto. Ainda bem que cheguei cedo.

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Este é um bom momento para terminar o segundo post da visita ao Castelo de Versalhes. No próximo entraremos estaremos lá dentro! Até lá!

Mai, 7 (23/29) – Versailles, Versailles e Versailles

Hoje o dia será inteiro para o Palais de Versailles. Já tracei o caminho, vou de trem da estação Saint-Michel Notre-Dame até Versailles-Château-Rive-Gauche. É quase uma hora de viagem.

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Longe de ser um problema, a viagem é muito boa: o trem está relativamente vazio, vou sentado confortavelmente apreciando a paisagem.

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Como este é um trem cujo destino final é Versailles é muito frequentado por turistas, o interior do vagão é decorado com imagens do castelo. Quer dizer, antes de chegar já vejo o que vou ver (rs).

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Para não perder o costume, confiro a posição no Google Maps tanto dentro do trem – na foto acima – quanto fora dele – na foto abaixo. Da estação ao castelo é perto, são apenas uns 10 minutos de caminhada.

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Não sei se dá para ver nesta foto acima, mas é impossível errar o caminho, há bastante gente andando até o tão esperado castelo.

A imensidão do lugar faz o coração bater muito forte…

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… assim como a imensidão da fila!

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Lembrei de um texto que havia lido no dia anterior, o melhor seria começar pelos jardins, depois ver o domínio de Maria Antonieta e só então o castelo. Dei a volta e fui direto para os jardins.

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Indescritível! Ainda bem que tenho as fotos, porque não conseguiria palavras para descrever os tais jardins.

Para melhorar, leio um aviso sobre o aplicativo Palace of Versailles – Gardens. Nossa, que bom, baixo na hora. Baixo via wi-fi, já que os jardins também têm wi-fi. Chique, não?

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O aplicativo é fantástico. Funciona por GPS, avisa quando chego perto de qualquer ponto de interesse. Aí coloco meu fone de ouvido e ouço uma descrição completa de um determinado ponto – ou obra – dos jardins. É bom demais!

Depois de ouvir a primeira narração, percebo que agora o melhor é caminhar pelas fontes, estátuas e tudo o mais o que há por aqui. Então vamos lá.

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A beleza deste lago é de arrepiar!

Bom, vou prestar um pouco mais de atenção nas estátuas, há muitas delas por aqui.

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O bom é que o aplicativo que baixei ajuda a entender estas estátuas.

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O jardim vai longe, junto com suas fontes e lagos. O aplicativo fala em grande perspectiva.

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Até ouço tudo com atenção, mas não me dou conta do que me espera. Após caminhar alguns passos, vejo pela minha vez o que é esta tal grande perspectiva. É incrível!

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Eu não esperava ver algo assim. Fiquei um tempão parado olhando. Aqui no ponto em que estou, consigo enxergar bem longe, é mesmo uma grande perspectiva. Talvez uma das melhores paisagens que vi até agora em Paris.

Meio que puxado pela paisagem, vou caminhando lentamente, sem acreditar que tudo isso é mesmo realidade.

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É impressionante, não consigo parar de olhar, parece que estou hipnotizado. Felizmente o aplicativo Palace of Versailles – Gardens faz meu celular vibrar, percebo que há outras coisas que também precisam ser vistas.

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E assim, junto com o aplicativo Palace of Versailles – Gardens, vou caminhando.

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A fonte aí acima, le bassin de Latona é foi um desejo de Louis XIV, que elegeu Apolo como seu emblema. Latona era a mãe de Apolo Diana.

O fato é que não dá para prestar muito atenção nas explicações, há muito o que olhar por aqui. Por todos os lados muito espaço, jardins fantásticos, fontes belíssimas e muitas, muitas esculturas.

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São mais de 300 esculturas, como por exemplo as de Castor et Pollux

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Achéloüs

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… ou Persée et Andromède.

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Ainda bem que o aplicativo Palace of Versailles – Gardens ajuda, nem sei mais em que direção olhar. O aplicativo sabe, e avisa: Bosquet du Dauphin.

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No bosque, a Dauphin’s Grove (em inglês, como mostra o aplicativo).

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Também Ceres Fountain.

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Os vários caminhos por aqui incluem estátuas perfiladas ao longo de grandes muros verdes…

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… várias trilhas entre os tais muros verdes.

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Em uma região bem central na grande perspectiva,  uma fonte ao longe chama a atenção.

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Melhor chegar perto.

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É a Apollo’s Chariot Fountain, ainda bem que cheguei perto. Bom, é tão bonito que vou olhar do outro lado.

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O cenário impressiona tanto que as pessoas precisam desenhá-lo!

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Andando mais um pouco, o aplicativo Palace of Versailles – Gardens fala em A huge ornamental lake, ou um grande lago ornamental.

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Eu diria um DESLUMBRANTE lago!

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Felizmente o aplicativo me empurra para outros lugares, porque se dependesse de mim acho que não sairia mais daqui.

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Até os aviões que riscam o céu ficam mais inspirados por aqui.

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O app Palace of Versailles – Gardens traz uma informação importante, explica que as fontes principais aqui simbolizam as estações do ano. Estou agora na Bacchus Fountain, que faz uma alegoria ao outono.

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As próximas fotos são curiosas, mostram um local que o rei mandou construir para dançar. A aplicativo comenta que não se tem notícia de qualquer dança real por aqui (rs).

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Uma coisa ruim é que as fontes não estão funcionando, então tenho que me contentar com as imagens que o aplicativo mostra.

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Bom, paro o post por aqui, ainda tenho fotos para publicar mais outros dois desta visita ao Palácio de Versalhes. Sim, até porque nem entrei ainda no palácio, por enquanto só andei neste jardim incrivelmente belo. Que bom, quanta coisa para ver ainda!

Mai, 6 (22+2/29) – Depois do Orsay, Place de la Bastille, Place des Voges e muito mais da região.

Saindo do Musée d’Orsay, meu próximo destino é a tal falada place de la Bastille. Embora a orientação do Google Maps seja descer no próprio metrô Bastille, a tela do TripAdvisor mostra um canal antes. Desci então uma estação antes para ir a pé.

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Uau! Que bom! Olha só a vista!

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Dá até para ver a place de la Bastille ao fundo!

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Para melhorar ainda mais a caminhada, há uma feira de antiguidades ao longo do canal.

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Bom, chega de feirinha, a praça nos espera!

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Sei que esta coluna na place de la Bastille é famosa, mas não sei o que significa. Então, enquanto caminho, pesquiso no TripAdvisor.

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Um dos pontos mais conhecidos em Paris é a Opéra, até vimos no post de ontem uma maquete. Mas existem duas delas, a Garnier – a da maquete, que foi a primeira – e a Opéra Bastille, que está bem aqui a meu lado.

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Embora eu sempre pesquise a região que visito, eu estava por enquanto apenas andando por aqui sem compromisso. De repente, vejo no final de uma rua ao lado um prédio absurdamente bonito. Tenho que chegar perto.

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Agora preciso passar por baixo (rs).

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Bem no canto, a casa em que viveu Victor Hugo.

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Agora é que me dou conta, estou na place des Voges, uma das mais antigas de Paris e uma das mais belas, conta o Google.

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A beleza da praça é inebriante. De fato, é uma praça central cercada por prédios de tijolos vermelhos. A placa acima mostra que um dos imóveis era um hotel em que nasceu a Marquise de Sévigné – que confesso não saber quem é (rs).

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Estou incomodado, acho que ainda não consegui uma foto que mostre a beleza da praça, por isso vou bem par centro à procura de um ângulo melhor.

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Acho que consegui.

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Preciso sentar em um destes bancos, preciso apreciar com calma a beleza deste lugar.

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Até aproveito para ler algumas opiniões no TripAdvisor.

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Vou lendo um pouco mais e descubro que aqui há uma entrada para o Jardin de l’Hotel de Sully.

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Nada como uma boa pesquisa, saio de uma praça absolutamente linda e entro em um jardim absolutamente lindo!

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O antigo Hotel de Sully compete em beleza com o jardim.

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Encontro mais uma igreja no meio do caminho, confesso (sem trocadilhos) que penso algumas vezes antes de entrar.

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Já visitei várias, quase passo direto nesta, mas resolvo entrar.

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Certamente valeu a visita, não só pelo que vejo, mas por confirmar o padrão das grandes igrejas aqui: beleza em todos os cantos e um belo de um órgão acima da porta de entrada.

Aqui na região – eu havia lido no Brasil antes de viajar – estão sendo instalados pontos de ônibus mais tecnológicos. Não tenho dúvidas, preciso procurar um deles.

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Tudo eletrônico, com painéis digitais e pontos USB para a carga de celulares. É o máximo!

TripAdvisor dá a dica do Pavillon de la Reine, um hotel digno da place des Voges aqui perto.

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Bem, o TripAdvisor também informa que os quartos não são exatamente limpos e têm um certo cheiro de mofo. Bonito para olhar, então!

O caminho mostra mais uma praça, place Sainte-Catherine, segundo o TripAdvisor.

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Para entender melhor o local em que estou, pesquiso a internet. Aqui é o famoso Les Marais, que se estende pelo 3o. e 4o. arrondissement. De fato, o 3o. é conhecido como Alto Marais e o 4o. simplesmente como Marais. Os dois são ligados pela rue Vielle du Temple, exatamente o ponto em que me encontro agora.

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Veja só porque a região é conhecida como uma das mais bonitas de Paris.

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Dá até para aprender francês lendo o nome das lojas (rs) …

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Um ponto bem famoso aqui é um mercado, Marché des Enfants Rouges. Já é final de tarde, está parcialmente fechado, mas as poucas bancas abertas já dão uma ideia do lugar.

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Comentei há pouco que parte do Les Marais fica no 4o. arrondissement, estou agora bem na frente do prédio da prefeitura local. Isso de um lado da rua, porque do outro vejo mais um daqueles “parquinhos”…

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Pronto, chega por hoje. Quer dizer, quase, porque antes de chegar ao metrô ainda tenho a chance de fotografar o Hotel de Ville, muito conhecido em Paris.

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É mesmo muito, muito bonito. Mas a visita fica para outro dia, hoje não tenho mais condições de aproveitar.

Para encerrar, o tradicional mapa de pontos visitados.

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