Hoje é dia de passeio em Giverny, uma outra cidade próxima a Paris em que fica o famoso jardim de Claude Monet. Iremos em uma turma organizada pela Aliança Francesa às 13h30.
Enquanto não chega a hora, ando na região de Saint-Germain-des-Prés, bem próxima à escola. Outro dia no ônibus vi de relance o Marché Saint-Germain, achei que valia uma visita.
Chegando lá, encontro o mercado em reforma. Ainda bem que uma placa avisava que mesmo assim a parte alimentar continuava funcionando. Que bom!
Na foto acima uma guia apresenta o senhor simpático, dono do açougue. Ela informa que ele é tido como o maior especialistas em carnes de Paris. Que bom estar passando por aqui justamente na hora desta informação.
Já fora do mercado, veja que a região é compatível (rs), tão bonita quanto!
Além disso, percebi também que estava ao lado da église Saint-Suplice, aquela do Código da Vinci. Está bem ao lado do Marché Saint-Germain.

O TripAdvisor confirma!
Ah, fiquei sabendo agora que escrevo o blog que o Marché Saint-Germain está em reforma porque vai receber a terceira Apple de Paris. O mercado tem 4.000 m2, quanto será que a Apple vai usar?
Vamos explorar mais a região.
Lindo mesmo! Minha prima Gladyz – que adora Paris – disse que eu tinha que ver o Café de Flore. Ver não, experimentar o café sentado em uma das mesinhas na calçada.
Achei o Café de Flore.

– Gladyz, achei o Café de Flore. Muito charmoso mesmo, tal como você falou. Só não vou ficar porque tenho um passeio marcado para 13h30, não quero chegar atrasado. Quem sabe ainda consigo tempo para voltar aqui!
Falando em charme, o TripAdvisor avisa que ao lado está o Les Deux Magots. Este é o café frequentado por Simone de Beauvoir e Jean-Paul Sartre. Se não bastasse estes dois nomes, o local já recebeu Ernest Hemingway, Albert Camus, Pablo Picasso, James Joyce e Bertolt Brech. Uau!
É por isso que tem até placa da história do local.

Antes de ir para meu passeio, ainda dá tempo de ver a igreja que dá nome ao lugar, église Saint-Germain-des-Prés. Fica bem ao lado do Les Deux Magots. E do Café de Flore.

Antes de entrar, mais uma olhadinha nos imóveis da região.


Agora sim, vamos à igreja!
Na saída, o tradicional órgão das grandes igrejas.

Até a praça dentro (ao lado) da igreja é caprichada.
Volto a caminhar, preciso ir até o ponto de encontro para o passeio de hoje à tarde. Mas não resisto a uma olhadinha quando vejo algo incomum. Esta entrada de vila merece uma visita.
Estou na esquina da rue Jacob com a rue Bonaparte. Elas são pontos de referência na região Saint-Germain-des-Prés.

Há alguns dias tento descobrir que torre é esta na foto aí abaixo. Aí passo por um casal apontando e falando sobre a torre … em português. Ah, não tive dúvida, parei na hora e perguntei. É a Tour Montparnasse, um arranha-céus de 210 metros.
O casal disse que a vista é muito bonita lá de cima, preciso voltar aqui outro dia.
Desse jeito vou chegar atrasado para o passeio, olha só o que apareceu: uma loja da Natura. Preciso chegar perto.
Acho que os preços não estão muito diferentes daqueles do Brésil … ops, Brasil.
Cheguei para o passeio. E ainda com folga. Conversa vai, conversa vem, descobri uma pessoa falando português. A Sabrine. Depois chegou perto a Maria, brasileira esssperrrrta. Sentiram o sotaque? Carioquíssima! Olha as duas no ônibus, adivinhem quem é a carioca? O sinal maneiro de positivo é uma pista…

Em pouco mais de uma hora, já estamos em Giverny, a cidade em que Claude Monet criou os jardins usados em suas pinturas.
Agora não tenho mais palavras para descrever o que vi!
Uau, falta até fôlego. Ainda bem que tivemos forças para mais fotos, a Sabrine me acrescentou em uma paisagem e eu a cliquei … clicando (rs).
Não pense que acabou, ainda tem muito mais fotos. E estamos por enquanto só no Jardin d’Eau, o jardim de água, daqui a pouco mostro outro à frente da casa do Monet.
Está vendo nas fotos abaixo um rapaz simpático? A Sabrine viu!
Isso é que é gostar de aparecer! Também, este é o décimo-quinto dia em que estou em Paris, praticamente não apareci no blog. Mereço, não é?
As fotos acima terminam o Jardim d’Eau, agora vem o jardim em frente à casa do Monet.
Sabe o que é interessante nestes jardins? O Monet era tão inspirado que ele não se inspirava apenas em pintar, ele CRIAVA as paisagens que iria usar em seus quadros. As flores foram plantadas de tal forma que sempre haveria o que pintar, fosse no inverno, fosse no verão. A variedade enorme de flores permitia ao Monet explorar ao máximo as variações de cores, algo sempre presente em seus quadros.
Fiquei sabendo disso hoje …
Não dá para cansar de ver tudo o que há por aqui, ainda bem que temos outros poucos locais para conhecer: a sempre presente lojinha …
… e a tão esperada casa em que Monet vivia.

Até fora da casa, as flores aparecem.
Saímos da casa e ainda faltava mais ou menos meia-hora para voltarmos à Paris, tempo suficiente para conhecer quase TODA a cidade de Giverny. É muito pequena, parece que hoje vive em torno da Fundação Claude Monet.
Olha aí, Ci, um cachorrinho simpático ao lado do dono de uma lojinha.

Agora sim, depois deste banho de cultura e Monet, estamos prontos para voltar.
O curioso é ver como o Sena está presente por aqui, o rio nos acompanhou em grande parte da viagem de uma hora! Que coisa!
Para terminar, o mapa com os pontos de hoje, mas agora mais abrangente, já que Giverny não fica assim tão perto de Paris para caber em um mapa simples.





























































































































































Bom, o que dizer dessa galeria a céu aberto. Deve se ter a sensação de estar dentro da obra, dentro da arte, ser parte integrante da paisagem de Monet.
Maravilhosamente poético e de um colorido divino. Ameiiiiii! bjs
Bia, fiquei impressionado com este tal de Monet. Você viu, ele não só pintava, como também criava o cenário para pintar. Que exemplo, não é?
Fantástico!!!!! Impressionante!!!!! Maravilhoso!!!!!
Não encontro uma palavra para descrever o que senti ao ver estas fotos….
Não encontro mesmo…..
Bjs
Ci, sei o que é esta falta de palavras. Às vezes eu só consigo falar “bonito” e “interessante”, mas preciso achar mais adjetivos, afinal a cidade merece (rs).