Musée de l’Armée
Outro dia a caminho da escola de francês vi um mercado que pareceu valer uma visita. Hoje estou indo até lá.
Valeu mesmo ver Au Bon Marché. Ao mesmo tempo, você encontra móveis, roupas, supermercado, restaurante e padaria. O local é formado por dois prédios interligados por uma passagem sobre a rue de Bac.
Falando em rue de Bac, é aqui que está também a Chapelle Notre Dame de la Médaille Miraculeuse, uma igreja que minha prima Gladyz falou para eu visitar.
– Gladyz, extremamente linda a igreja. Diferente das outras que vi até agora, sem aquela suntuosidade, mas de uma beleza e calma marcantes.
Claro, estava cheia de turistas. Perguntei para uma freira que cuida da igreja se turistas fotografando o tempo todo não incomodam. Ela respondeu que aqueles que fotografam uma vez – a primeira vez que vem aqui, ela me apontou – não são um problema, o ruim são aqueles que vem muitas e muitas vezes com suas máquinas fotográficas.
A região tem alguns pontos muito diferentes: uma estação de metrô (Vaneau) com um monumento egípcio ao lado…
… um imóvel ligado à administração pública que preciso fotografar – é bem imponente …

… e até divulgação de shows.

Ah, será só em 6 de julho, acho que terei que voltar!
Falando em shows e lazer, passo agora na frente do La Pagode. A princípio o nome me interessou porque achei que tivesse algo a ver com nossa dança. Mas não, é um cinema. Consulto o TripAdvisor e vejo que é um cinema cult, tradicional e bem bonito. Como eu queria ver um filme em Paris, aproveitei e entrei.
Muito confortável, som excelente e quase ninguém na sala. Um privilégio, aqui os cinemas são bem lotados. Vi um lançamento que está em muitas salas de Paris, Le Labytinthe du Silence.
Olha, talvez um dos melhores filmes que já vi na vida. Mexeu muito comigo, foram várias e várias lágrimas. É um filme muito forte, que fala de um advogado recém-formado e sua luta para punir os nazistas. Nem é o tipo de filme que eu normalmente escolheria, mas foi mesmo um dos melhores!
O TripAdvisor também fala sobre o terraço do cinema…
Que cinema!
Nem bem andei uma quadra, uma nova igreja na frente.
O Google Maps informa, église Saint-François-Xavier.
Fiquei meio em dúvida, entro ou não entro? É tanta igreja! Ainda bem que resolvi entrar!



Uma igreja bem iluminada, ampla e – como quase todas até agora – bem imponente!
Este altar da foto abaixo fica atrás do altar principal, nos fundos da igreja.
A cúpula da igreja é um espetáculo à parte.
Os quadros da crucificação…
…e o tradicional órgão acima da porta de saída.
Já estava pensando em encerrar as visitas do dia, está chovendo, quando vejo esta maravilha pela frente.
De fato, é uma maravilha ao lado da outra. Veja só o cantinho esquerdo da foto abaixo.
O que será tudo isso? Esta grande cúpula dourada sempre chamou minha atenção, já estou por aqui mesmo e vou descobrir o que é.
Abro o TripAdvisor.
Ainda meio sem entender exatamente o que é tudo isso, entrei na igreja. O segurança já logo perguntou, “Avez-vous de ticket?”
Pronto, precisava comprar o ingresso. Comprei e comecei a entender tudo, o próprio local da bilheteria já ajudou. Eu estou no Musée de l’Armée, que inclui a église du Dôme, o Jardin de l’Intendant e a Tombeau de Napoleon. Olha só o guia que recebi.
Agora sim acho que consigo me encontrar.
Primeiro a église du Dôme.
Por incrível que pareça, apesar da impressão causada lá fora, nem é a igreja mais bonita que vi até agora.
Talvez a beleza esteja na parte da frente, que é a Tombeau de Napoleon. A tumba forma um conjunto com a igreja.
Vou descer e chegar mais perto da tumba (que coisa meio mórbida, não?).
Ou até que nem tanto mórbido, a vista daqui também é muito bonita.
Vamos subir novamente e apreciar outros pontos.
Naquele guia que recebi quando comprei o ingresso, estava escrito que estou no Musée de l’Armé. Então, nada mais justo do que haver armas por aqui. Muitas estão no área interna ao prédio.
Preciso sair um pouco agora, ver o Musée de l’Armée do lado de fora, mas ainda dentro do espaço do Musée de l’Armé.

Esta foto aí acima mostra bem lá no fundo as estátuas douradas características da pont Alexandre III.
Preciso andar um pouco mais, ver não só o jardim, como também um pouco mais o prédio em que fica o museu.
Olha só o que apareceu…

Nas duas outras viagens que fiz, vi esquilos. Agora esta aqui está completa (rs).
Para encerrar a visita, atravesso o museu e volto novamente ao início, agora para ver com mais calma um outro jardim, o que eu havia visto quando cheguei sem prestar muita atenção.
Ainda bem que voltei para olhar!
Vendo tudo com mais atenção, percebo que aqui ainda existe um hospital – e em pleno funcionamento: Institution Nationale des Invalides.

Agora sim, é hora de encerrar a visita. Mas não resisto a mais uma olhadinha, agora já fora do museu e a caminho do ônibus para casa.

Finalmente o mapa com os novos pontos do dia, hoje focando mais a região ao lado do Musée de l’Armée.
























































































Me sinto repetitiva… Os adjetivos são poucos pra elogiar Paris….
Estou encantada por esta cidade….
Eu que sou toda Inglaterra e Alemanha…..
Pois é…..
Bjs
Ci, só tem um remédio para esta sua divisão de sentimentos entre Inglaterra, Alemanha e agora França (Paris): vamos ver todos estes países juntos!
Espero que sim…